A Igreja de São Sebastião acolheu, no dia 7 de novembro, a celebração promovida pelo Secretariado Diocesano do Ensino da Igreja nas Escolas de Setúbal e contou com D. José Ornelas, Bispo de Setúbal a presidir à Missa de envio dos professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) no novo ano letivo na Diocese de Setúbal.
«Nas escolas é preciso estar atentos a quem precisa, a quem está à espera de Cristo», disse o Bispo de Setúbal dirigindo-se aos professores de EMRC. «Olha à tua volta e está atento para que quando alguém precisar, digas: ‘Estou aqui conta comigo’», destacou ainda D. José Ornelas.
O bispo de Setúbal explicou também que Deus chama professores «responsáveis, atentos, que se desafiam constantemente e que são construtores de uma Igreja e de um mundo melhor». «É muito importante que continuem este trabalho, com diligência e sabedoria, para que possam viver felizes e fazer felizes os que estão à vossa volta. Alguns deixaram-se adormecer pelo cansaço, deixaram de estar atentos a quem precisa, a quem está à espera», apontou.
Na sua homilia, o bispo diocesano explicou que como os apóstolos, os professores de EMRC «não estavam distraídos» e «aceitaram o desafio»: «Ouviram Jesus que os chamava e foram ao encontro dele.»
«Olha à tua volta e está atento para que quando alguém precisar, digas: ‘Estou aqui conta comigo’»
D José Ornelas saudou os professores como «sementes de vida, sabedoria e de luz para os jovens e crianças», e agradeceu o seu trabalho, elogiando a sua «criatividade e empenho» durante o período em que tiveram de realizar aulas à distância, reconhecendo que, no contexto de pandemia, os professores têm um trabalho que não é fácil e que requer muita atenção da sua parte.
A disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica é uma componente do currículo nacional, de oferta obrigatória por parte dos estabelecimentos de ensino e de frequência facultativa, apresentando como objetivos fundamentais «educar para a dimensão moral e religiosa e para a compreensão dos elementos mais profundos da cultura nacional, necessariamente aberta ao mundo».


